COMO É CONTROLADA A QUALIDADE DA ÁGUA DISTRIBUÍDA?

Para que a água da rede pública chegue a todas as habitações nas melhores condições para consumo humano a Águas de Paredes controla rigorosamente a sua qualidade, em obediência ao disposto no Decreto-Lei n.º 306/2007, de 27 de Agosto, que entrou em vigor no dia 1 de Janeiro de 2008.

De forma a obter uma imagem representativa da qualidade da água distribuída, a nossa equipa, devidamente identificada, procede a colheitas no domicílio do consumidor, em cumprimento do Programa de Controlo da Qualidade da Água (PCQA) aprovado pela autoridade competente – ERSAR – Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos.

A estas análises acrescem os controlos efetuados nos seguintes locais:

Nas captações e respetivas estações de tratamento;
Nas ETA de Lever e do Paiva e em todo sistema de distribuição até a entrada no Concelho (pela entidade AdDP – Águas do Douro e Paiva);
Em todo o sistema de distribuição do concelho – Controlo operacional.
O controlo da qualidade garante a verificação de potabilidade da água tanto no que respeita às suas características bacteriológicas como físico-químicas.

Na generalidade a água é considerada apta para consumo humano quando nenhum dos parâmetros ultrapassa uma concentração máxima (valores paramétricos) na água, em que são analisados por um laboratório qualificado e acreditado.

QUAIS OS PARÂMETROS DETERMINADOS?

As análises são realizadas num laboratório qualificado para efetuar as determinação previstas na legislação. Os parâmetros são agrupados em função da sua frequência de determinação:

Controlo de Rotina 1,
Controlo de Rotina 2,
Controlo de Inspeção.
Os grupos referidos são constituídos por:

Parâmetros microbiológicos – Indicadores de contaminação microbiológica da água. O incumprimento dos limites estabelecidos pode ocasionar riscos para a saúde.
Parâmetros físico-químicos – A contaminação físico-química geralmente chega aos meios aquáticos através das atividades industriais, agrícolas, águas residuais urbanas não tratadas, etc, ou por ser um elemento constituinte de alguns solos. Estes parâmetros identificam:
Características organoléticas – Turvação, sabor, etc.
Composição físico-química – Temperatura, pH, etc.
Substâncias indesejáveis – Ferro, Nitratos, etc.
Substâncias tóxicas – Chumbo, Crómio, Mercúrio, etc.
Radioactividade – Geralmente este tipo de contaminação deve-se à radioactividade natural e é restrita a determinados tipos de formações geológicas.
Assim, a água distribuída não deverá conter bactérias ou vírus capazes de provocar doenças. O seu conteúdo em substâncias ditas indesejáveis (nitritos, azoto amoniacal, etc.) ou tóxicas (chumbo, crómio, etc.) não deverá nunca ultrapassar os valores paramétricos definidos na legislação em vigor (D.L. 306/07 de 27 de Agosto).

A água deve igualmente ser, transparente, inodora, agradável ao paladar  e equilibrada em sais minerais.

QUE MEIOS SÃO UTILIZADOS?

O controlo da qualidade da água é realizado através de processos técnicos muito rigorosos, nomeadamente através da realização de análises em laboratório acreditado externo de reconhecida competência a nível nacional, com procedimentos de gestão da qualidade implementados, considerado apto pelo ERSAR.

Os nossos técnicos acreditados realizam a colheita e o seu registo e entregam as amostras no laboratório para serem analisadas. O seu transporte é realizado em carrinhas da Águas de Paredes com arcas refrigeradoras para que a qualidade da amostra não seja alterada no caminho até ao laboratório.

ONDE CONSULTAR OS RESULTADOS DA QUALIDADE DA ÁGUA?

Os resultados das análises são divulgados trimestralmente através de resumos afixados nas juntas de freguesia do Concelho, Câmara Municipal de Paredes, Autoridade de Saúde, Águas de Paredes e publicada nos jornais locais. São também disponibilizados para consulta aqui.

O caminho de regresso foi efectuado em marcha acelerada, já debaixo de chuva com os trovões já a fazerem-se ouvir, mas nem os indícios de mau tempo nos impediram de fazer uma última visita ao moinho da Laceira.

O trilho apresentava-se em geral limpo e bem cuidado, estando apenas a necessitar da limpeza de alguma erva. Apesar das marcas vermelhas e amarelas serem bastante escassas, talvez já desaparecidas com o passar do tempo, em momento algum tivemos duvidas no caminho a seguir, visto que nos sítios estratégicos havia sempre uma placa de sinalização vertical.

E lá vamos nós, Nenuco e Pastelita, debaixo de chuva torrencial, mas felizes e contentes com a descoberta de mais um bocadinho de Portugal, deixando a recomendação de que este deverá ser mais um paraíso a ser visitado, mas não esqueçam: “Se os recipientes do lixo estiverem cheios, tragam o lixo convosco…“

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